20/08/2010

Dificuldade para continuar

Se para iniciar algo a gente precisa de iniciativa, para continuar algo a gente deve precisar de algo como uma espécie de continuativa (na falta de termo melhor. Mas se tiver, me avisem, rs). E isso está faltando em mim.
Eu começo uma história lá toda empolgada. Era pra ser uma história pequena, mas ela acaba ficando maior e maior, e quando eu vejo, fica tão grande que eu tenho que dar uma pausa, por falta de tempo ou algo do tipo. E quando eu faço essas pausas, raramente continuo com o que estava fazendo.
Estou realmente feliz por conseguir manter este blog até hoje, pois os outros que eu fiz não duraram nem cinco postagens. Tudo por causa da falta de continuativa.
E é isso que eu estou tentando trabalhar comigo mesmo, a continuativa. Realmente quero tentar criar uma história e chegar até o fim dela, coisa que não estou conseguindo AINDA. Se você tem algo do tipo, lute também, e quando conseguir, me conta. Se você não tem, mas já teve, me diga como se curou. E se você nunca teve... Sorte sua.
Espero vir com um post melhor algum outro dia.

Beijos *-*

13/08/2010

Tudo começou numa sexta-feira 13.

Eu nunca achei que algo desse tipo fosse acontecer comigo.
Tipo, eu estava bem tranquila na rua ouvindo meu MP4 (é, MP4, sei que já existe até MP30, mas me sinto confortável com meu velho e amigável MP4) quando tropeço no nada. É, tropeço no nada! Não haviam pedras nem degraus no caminho, os cadarços dos meus tênis All Star estavam bem amarrados e, apesar de estar ouvindo música, estava bem focada no que estava fazendo - indo até a escola. O pior foi que eu caí no chão, esfolei meus joelhos (que merda, logo hoje tive que usar shorts por causa da educação física!) e vi meu querido MP4 ser estraçalhado por um carro. Isso mesmo, por um carro! Eu não pude acreditar, meu MP4 querido já havia caído tantas vezes, e logo hoje foi cair no meio da rua para um carro passar em cima? Só podia ser brincadeira. Eu sabia que era sexta-feira 13, mas nunca acreditei em besteiras desse tipo. E ainda não acredito. Foi apenas uma desagradável coincidência.
Recolhi os restos mortais do meu MP4, guardei-os na mochila, dei uma olhada no estado do meu joelho - não estava tão ruim - e, desanimada, prossegui no que estava fazendo - indo até a escola. Estava bem cedo, o céu ainda nem tinha clareado direito (é, eu estudo de manhã), o que só me deixou mais desanimada. Senti que depois do que aconteceu com meu MP4 o dia só podia piorar, afinal, como sobreviveria sem minhas músicas?
Foi então que eu vi um vulto passando bem atravessando a rua a uns 4 metros de mim. Não pude distinguir a figura, mas senti um calafrio. Continuei andando e ignorando a onda de azar que estava sentindo. Um pouco mais a frente, mais ou menos aonde tinha avistado a figura, senti algo me puxando. E depois não senti mais nada.

Abri os olhos. O sol estava se pondo. O sol estava se pondo? Estranhei, pois só me lembrava de estar indo para a escola, e depois... nada. Estava com frio. Estava com fome. E para minha surpresa, percebi que estava com dor. Uma dor alucinante no dedo indicador. E a dor só aumentava. Não conseguia nem gritar, fiquei paralisada. Olhei para meu dedo, ele parecia normal! E, de repente, a dor parou. E um círculo de fogo apareceu nesse dedo, como se fosse um anel.
E eu senti.
Senti que a partir daquela sexta-feira 13, nada nunca mais seria igual.

Gostaram? Só não sei se vai ter continuação, comecei a escrever sem querer e a história começou a se desenrolar e tals... vamos ver no que vai dar.

Sexta-feira 13

Não, não estou me referindo ao filme. É que hoje é sexta-feira 13, um dia considerado por muitos como o maior dia de azar de todos, e também um dia que acontece poucas vezes por ano (a próxima será apenas ano que vem!). Segundo a Wikipédia, 'a superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo. Para se ter uma idéia, o Código de Hamurabi, criado 1700 a.c. vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições.

Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados (parece familiar?). Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.' (É, eu copiei e colei, mas tava tudo tão bonitinho lá!)
Eu não acredito que uma sexta-feira 13 seja diferente de qualquer outra sexta-feira ou qualquer outro dia da semana. E pra aproveitar a ocasião, pelo que parece, alguém colocou fogo em três armários da minha escola, o que deixou bastante gente perplexa, até mesmo eu. Imagina se fosse meu armário? Ainda bem que foi longe do meu, pq eu paguei caro por ele e ele tava cheio de livros da escola, que são bem caros.
Tudo bem fazer piadas e coisas de humor na sexta-feira 13, pegadinhas com os amigos e tals. Mas o negócio dos armários não teve graça. Ainda não se sabe quem colocou, mas a escola pretende descobrir. E todo mundo tá curioso.
Voltando, pra mim sexta-feira 13 é como um dia qualquer. Mas eu considero as histórias por volta desse dia, incluido gatos pretos e escadas, bem interessantes. Tá, algumas são toscas, mas existem algumas interessantes e engraçadas.

Fofinho né?

Então,se der, ainda hoje coloco um conto especial com relação a este dia, ok?
Agradeço a todos que leram...

11/08/2010

Maias

Tipo, eu vou ter prova amanhã, de história. De português também, mas no momento não vem ao caso. Acontece que no livro de história, entre as matérias que eu vou ter que estudar, tem um pouquinho de informação sobre os maias. Como eu achei tudo muito interessante, é sobre eles que eu vou falar nesse post.

A civilização maia era organizada em múltiplas cidades que competiam entre si, nos campos comercial e militar. Os maias eram um povo agrícola, que cultivava principalmente o milho. Eram exímios arquitetos, engenheiros, astrônomos e matemáticos. Desenvolveram sistemas de irrigação que eram fundamentais para as plantações. Elaboraram complexos cálculos matemáticos, inclusive com o uso do zero, conheciam profundamente a Astronomia (uhuul) e contruíram observatórios para melhor estudar o céu, além de terem confeccionado calendários muito elaborados.

Estima-se que a população maia tenha alcançado os 2 milhões de habitantes. No século XVI, quando os espanhóis chegaram à área maia, essa civilização estava decadente e à beira do esfacelamento. Não se sabe o que levou a essa desintegração: alguns estudiosos falam de uma grande e prolongada seca que teria castigado a região, outros afirmam que eles foram vítimas de sua própria grandeza.

Existem muuuuuuuitas outras informações sobre os maias, com fotos e tudo mais aqui ó . Vale a pena dar uma olhada, é muito legal. Eu não vou falar muita coisa mais por que como eu disse antes, tenho duas provas amanhã, então, é foda. 

E eu tava lá dando uma olhada num site que eu adoro, o Um sábado qualquer, e achei essa tirinha (clique para ampliar):

Pode ter sido por isso que a civilização acabou haha. E tem essa charge do Charges.com.br
 
Bem, depois volto com algo melhor.

Bjokas

10/08/2010

Pra quê ir no Parque de Diversão se você pode andar de ônibus?

Estou sumida há muito tempo não é mesmo? Acontece que eu estava....tá, vou confessar. Eu estava com muita preguiça. As aulas voltaram semana passada, mas eu não conseguia me curar do Estado Vegetativo Voluntário Avançado (EVVA). A partir de ontem as coisas melhoraram um pouco, e eu estou apenas no Estado Vegetativo Necessário Médio (EVNM), que é o necessário para que eu consiga sobreviver sem surtar. Ou não. Ou quase.
Bem, vejamos...
Não é bem sobre isso que eu vim falar. Vim falar sobre meu novo livro, que ainda não tem um nome definido, mas que vai tratar do seguinte tema: ''Pra que ir no Parque de Diversão se você pode andar de ônibus?''. Acontece que eu estive investigando pessoalmente os ônibus de minha cidade e descobri que alguns podem te garantir uma viagem tão divertida quanto uma ida a um Parque de Diversões. Não acredita? Você só precisa olhar do ângulo certo...

Exemplos de ônibus da minha cidade

Por que eu resolvi fazer o livro? Por experiência própria. Eu entrei em um ônibus uma vez que dava tantos solavancos e pulos que eu pensei estar em uma montanha russa por engano. E teve outro que tremia tanto que parecia que ele ia se desmontar todo, o que dava uma sensação de terror muito interessante. E o frio na barriga que eu senti quanto estava descendo após uma grande subida? Foi tipo :'''Vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuissssssssh''. Não tem comparação a sensação de que você vai despencar no chão quando o ônibus terminar de descer.
Muitas outras coisas serão abordadas no meu livro, que está na lista de espera com outros que eu pretendo produzir, como ''Como sobreviver em quartinhos de empregada claustrofóbico'' (baseado numa história que quase se tornou real).
Em breve (ou não) em algum lugar perto de você.




ps: senti saudades desse blog! Só agora eu percebi que devia ter postado antes.

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